Livros são comprados pela capa: fato ou lenda?

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Ainda não cansamos de falar aqui sobre o Fato ou lenda, parte da nossa estratégia de divulgação do “Eis o Homem”, novo livro do Paulo Sant’Ana editado pela RBS Publicações.

Foto: Ricardo Chaves/Agência RBS
Foto: Ricardo Chaves/Agência RBS

Daí, a gente olha pro tamanho da fila que brotou no dia do lançamento oficial na Livraria Cultura, em Porto Alegre, e se pergunta: mas precisava de alguma estratégia de divulgação? Afinal, estamos falando aqui do Paulo Sant’Ana, um cara adorado por gerações de gaúchos, que dispensa apresentações. Certo? É, não deixa de ser verdade.

Por outro lado, por mais profundas, envolventes e interessantes que sejam (e são) as crônicas do autor, elas nunca vão proporcionar esta que é a principal característica do braço online da divulgação: a interação.

Ricardo Chaves/Agência RBS
Ricardo Chaves/Agência RBS
Ricardo Chaves/Agência RBS
Ricardo Chaves/Agência RBS

Fato é que os livros se vendem, sim, em parte, pelo nome estampado na capa. Já aquela velha história de que determinado produto é tão bom que nem precisa de uma estratégia de vendas é mito. Agregamos valor ao item oferecendo uma forma divertida de se interagir com a obra, que instiga ainda mais o interesse do leitor. Valorizamos o conteúdo proporcionando uma experiência completamente diferente da impressa, com o objetivo de tornar o produto ainda mais interessante. E isso é marketing. O resto é lenda.

Para descobrir se é verdade que o Sant’Ana não dispensa uma rapadura depois de aplicar insulina, por exemplo, só passar por lá: www.eisohomem.com.br