Nem tudo é verdade na divulgação do novo livro de Paulo Sant’Ana

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Quando se trata de Paulo Sant’Ana, nada é previsível. Imagine um homem de 71 anos com a petulância de um adolescente, que além de Paulo também é Pablo, às vezes Pablito. Bipolar assumido, vivente compulisvo e fumante inveterado (ou vice-versa), tem agora um livro registrando as crônicas dessas várias vidas fundidas numa só. Seguindo a imprevisibilidade do autor do livro, a campanha de lançamento de “Eis o Homem”, da RBS Publicações, dribla o óbvio e passa longe do impresso.

Quando se trata de Paulo Sant’Ana, nada é previsível. Imagine um homem de 71 anos com a petulância de um adolescente, que além de Paulo também é Pablo, às vezes Pablito. Bipolar assumido, vivente compulisvo e fumante inveterado (ou vice-versa), tem agora um livro registrando as crônicas dessas várias vidas fundidas numa só. Seguindo a imprevisibilidade do autor do livro, a campanha de lançamento de “Eis o Homem”, da RBS Publicações, dribla o óbvio e não fica presa ao impresso.

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Toda a estratégia de divulgação foi baseada em fatos: que o Paulo Sant’Ana é polêmico, não se discute. Quanto aos seus “causos”, porém, as opiniões se dividem: em que ponto termina o fato e começa a lenda? Esse foi o mote para levar uma degustação do livro para o Youtube.

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Encaminhado por anúncios diários nos jornais do Grupo RBS, o usuário encontra em www.eisohomem.com.br depoimentos de alguns colegas de profissão, contando passagens da vida de Paulo Sant`Ana, “o autor que nunca inventa histórias, mas cria muitas à sua volta”. Se o que foi dito no vídeo é fato ou lenda, cabe ao usuário avaliar.

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Cristina Ranzolin, Rodaika, Moacyr Scliar e Wianey Carlet são alguns dos nomes que se revezam diante das câmeras e nos contos disponíveis no canal. No fim do relato, com o auxílio de uma funcionalidade que permite maior interação entre o usuário e o conteúdo, é questionada a veracidade do testemunho. A partir daí, quem controla o mouse conduz o final da história.