Quem Somos Nós – Parte 1

LGPD: o impacto da Lei Geral de Proteção de Dados no marketing da sua empresa
Agência de publicidade: por que contratar, se posso internalizar?
Humildade situacional para resolver problemas (parte 2)
Esses dias, um ex-cliente da Duplo M, muito querido por todos nós, esteve aqui por conta de um novo projeto no qual está envolvido, desejando trocar uma ideia sobre o negócio, o mercado e a empresa em questão.
Para recebê-lo, preparamos uma pequena apresentação e depois de um bate-papo muito interessante e cheio de ideias, ele disse que o que sempre gostou em nós era nossa consciência estratégica.
Consciência estratégica.
Me peguei pensando sobre esse termo durante boas horas. Afinal, o que ele quis dizer com consciência estratégica?
E sabe do que mais? Cheguei a uma conclusão.
Traduzo consciência estratégica como a nossa vontade de acertar. É essa nossa tara por resolver problemas. É a nossa curiosidade exacerbada, nossa maneira de pensar – e fazer! – as coisas.
Cheguei a essa conclusão comparando o projeto que meu ex-cliente trazia com o outro, o que desenvolvemos para ele ainda antes que deixasse a empresa em que  trabalhava (que continua conosco).
Pois comparando os dois projetos, vi que tinham muito em comum. Os dois percorriam caminhos bastante diferentes, metodologias distintas de trabalho, até mesmo soluções de comunicação diversas. Mas tinham muito em comum. Porque os dois transbordavam a tal consciência estratégica. E sabe por quê?
Porque a gente não sabe fazer as coisas de outra maneira. Quando a gente se envolve em um cliente, a gente já está totalmente focado em ajudar a resolver o seu negócio. Entendemos que essa é nossa função primordial e, como tal, não dispõe de fórmula pronta.
Talvez seja o nosso porte, talvez nossa maneira de pensar. Mas a realidade é que a gente consegue se moldar, adaptar nossa estrutura e nosso modo de trabalho para cada nova situação que se apresenta (vale a pena dar uma olhada nos cases que apresentamos nesse site).
E Isso tudo se traduz em conhecimento. A Duplo M gosta de imergir no negócio dos clientes. Gosta de ir lá, de ver com os próprios olhos, de conversar com quem ele conversa, vender pra quem ele vende, entender seu ponto de vista.
O resultado disso é todo mundo trabalhando consciente de onde o cliente precisa chegar e, por isso mesmo, capaz de produzir resultados realmente surpreendentes.
É uma questão cultural, que acaba atraindo gente que pensa como a gente.
Nossos clientes, por exemplo, valorizam demais o processo de comunicação. Consideram a agência como um parceiro estratégico de verdade. Escutam e são escutados. Es-cu-ta-dos. A gente gosta de escutar mais ainda do que de falar (e olha que a gente gosta de falar!).
E nossa equipe também acaba mostrando o mesmo DNA. Gente resolvedora. Gente fazedora. Acima de tudo, gente que ama o que faz.
Consciência estratégica: o termo utilizado pelo nosso ex-futuro-cliente-parceiro, no fim das contas, é o que a gente, há bastante tempo, chama de inteligência criativa. Aquilo que elegemos como nosso grande diferencial. A união perfeita entre a leitura correta sobre o que precisa ser feito, o brilho da solução diferenciadora e a plena capacidade de realizar.
Portanto, em um mundo onde tudo converge para a experiência, meu convite é para você experimentar a Duplo M. Fazer uma visita, tomar um café, discutir concepção estratégica, inteligência criativa, quem sabe até seu próprio negócio.
Tenho certeza que encontraremos algum projeto para resolvermos… juntos!

Esse mundo não passa de um tabuleiro. E os peões, somos nós.Esses dias, um ex-cliente da Duplo M, muito querido por todos nós, esteve aqui por conta de um novo projeto no qual está envolvido, desejando trocar uma ideia sobre o negócio, o mercado e a empresa em questão.

Para recebê-lo, preparamos uma pequena apresentação e depois de um bate-papo muito interessante e cheio de ideias, ele disse que o que sempre gostou em nós era nossa consciência estratégica.

Consciência estratégica.

Me peguei pensando sobre esse termo durante boas horas. Afinal, o que ele quis dizer com consciência estratégica?

E sabe do que mais? Cheguei a uma conclusão.

Traduzo consciência estratégica como a nossa vontade de acertar. É essa nossa tara por resolver problemas. É a nossa curiosidade exacerbada, nossa maneira de pensar – e fazer! – as coisas.

Cheguei a essa conclusão comparando o projeto que meu ex-cliente trazia com o outro, o que desenvolvemos para ele ainda antes que deixasse a empresa em que  trabalhava (que continua conosco).

Pois comparando os dois projetos, vi que tinham muito em comum. Os dois percorriam caminhos bastante diferentes, metodologias distintas de trabalho, até mesmo soluções de comunicação diversas. Mas tinham muito em comum. Porque os dois transbordavam a tal consciência estratégica. E sabe por quê?

Porque a gente não sabe fazer as coisas de outra maneira. Quando a gente se envolve em um cliente, a gente já está totalmente focado em ajudar a resolver o seu negócio. Entendemos que essa é nossa função primordial e, como tal, não dispõe de fórmula pronta.

Talvez seja o nosso porte, talvez nossa maneira de pensar. Mas a realidade é que a gente consegue se moldar, adaptar nossa estrutura e nosso modo de trabalho para cada nova situação que se apresenta (vale a pena dar uma olhada nos cases que apresentamos nesse site).

E isso tudo se traduz em conhecimento. A Duplo M gosta de imergir no negócio dos clientes. Gosta de ir lá, de ver com os próprios olhos, de conversar com quem ele conversa, vender pra quem ele vende, entender seu ponto de vista.

O resultado disso é todo mundo trabalhando consciente de onde o cliente precisa chegar e, por isso mesmo, capaz de produzir resultados realmente surpreendentes.

É uma questão cultural, que acaba atraindo gente que pensa como a gente.

Nossos clientes, por exemplo, valorizam demais o processo de comunicação. Consideram a agência como um parceiro estratégico de verdade. Escutam e são escutados. Es-cu-ta-dos. A gente gosta de escutar mais ainda do que de falar (e olha que a gente gosta de falar!).

E nossa equipe também acaba mostrando o mesmo DNA. Gente resolvedora. Gente fazedora. Acima de tudo, gente que ama o que faz.

Consciência estratégica: o termo utilizado pelo nosso ex-futuro-cliente-parceiro, no fim das contas, é o que a gente, há bastante tempo, chama de inteligência criativa. Aquilo que elegemos como nosso grande diferencial. A união perfeita entre a leitura correta sobre o que precisa ser feito, o brilho da solução diferenciadora e a plena capacidade de realizar.

Portanto, em um mundo onde tudo converge para a experiência, meu convite é para você experimentar a Duplo M. Fazer uma visita, tomar um café, discutir concepção estratégica, inteligência criativa, quem sabe até seu próprio negócio.

Tenho certeza que encontraremos algum projeto para resolvermos… Juntos!

Marcelo Lubisco é Diretor de Planejamento da Duplo M