Redator da Duplo M na Bienal do Livro de SP

LGPD: o impacto da Lei Geral de Proteção de Dados no marketing da sua empresa
Agência de publicidade: por que contratar, se posso internalizar?
Humildade situacional para resolver problemas (parte 2)

O post de hoje não é pra falar exatamente sobre um trabalho que a gente se orgulhou de ter feito. Na verdade, é pra falar de um trabalho que a Duplo M não fez, mas que sente orgulho mesmo assim: Fábio Henckel, um dos nossos redatores, embarca amanhã para a 21a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, onde vai divulgar seu lançamento mais recente, o “Binno Oxz e o Clã de Prata”. Mas isso ele mesmo pode falar:

O autor e colega de agência conta que existe um público considerável que demonstra interesse em obras de ficção científica e fantasia, mas que acaba se concentrando na literatura estrangeira traduzida para o português. E por quê? Porque o mercado editorial brasileiro dispensa pouca atenção ao gênero, o que torna difícil a competição com os títulos americanos e europeus que adentram o mercado nacional acompanhados de grandes investimentos em campanhas publicitárias. Mesmo no cenário difícil, antes da publicação de “Binno Oxz e o Clã de Prata” no formato tradicional, o título somou mais de 10 mil leitores enquanto esteve disponível em formato digital. “Sou uma exceção”, brinca o redator, disfarçando a modéstia.

bino

Ser convidado para a Bienal é interessante. Ter conquistado 10 mil leitores antes mesmo de ser publicado é uma marca notável. Mas orgulho, mesmo (ou inveja?), a gente sente por saber que o Fábio estará daqui a pouco dividindo a mesma mesa com…Ary Toledo!

Ser convidado para a Bienal é interessante. Ter conquistado 10 mil leitores antes mesmo de ser publicado é uma marca notável. Mas orgulho, mesmo (ou inveja?), a gente sente por saber que o Fábio estará daqui a pouco dividindo a mesma mesa com…Ary Toledo!